Research Articles
Scientific Knowledge Networks in Peripheral Regions and Local Innovation Systems: The Case of Chemistry in the State of Bahia
DOI:
https://doi.org/10.4067/S0718-27242012000100006Resumen
Palabras clave:
- Scientific knowledge networks
- innovation and scientific production
- innovation in peripheral regions
Descargas
Citas
ADAMS, J., & King, C. (2009). The global research report– Brazil. Leeds, UK, Thomson Reuters. Retrieved from Thomson Reuters website: http://researchanalytics. thomsonreuters.com/m/pdfs/GRR-Brazil-Jun09.pdf
ALBUQUERQUE, E. (1996). Sistema nacional de inovação no Brasil: uma análise introdutória a partir de dados disponíveis sobre C&T. Revista de Economia Política, 16(3), 56 –71.
ASHEIM, B. T., & Isaksen, A. (2002). Regional innovation systems: the integration of local ‘sticky’ and global ‘ubiquitous’ knowledge. The Journal of Technology Transfer, 27(1), 77–86. doi: 10.1023/A:1013100704794
BARAB, S., Thomas, M., & Merrill, H. (2001). Online learning: from information dissemination to fostering collaboration. Journal of Interactive Learning Research, 12(1), 105–143.
BARBOSA, M. T. S., Byington, M. R. L., & Struchiner, C. L. (2000). Modelos dinâmicos e redes sociais: revisão e reflexões a respeito de sua contribuição para o entendimento da epidemia do HIV. Cad. Saúde Pública, 16(s1), 37–51. doi.org/10.1590/S0102-311X2000000700004
CASSIOLATO, J. E. (1996). A relação universidade e instituições de pesquisa com o setor industrial: uma abordagem a partir do processo inovativo e lições da experiência internacional. Brasília: Sebrae.
DAVENPORT, T., & Prusak, L. (1998). Conhecimento empresarial: como as organizações gerenciam o seu capital intelectual. Rio de Janeiro: Campus.
NOOY, W. de, Mrvar, A., & Batagelj, V. (2005). Exploratory social network analysis with Pajek. New York: Cambridge University Press.
EDQUIST, C. (1997). Systems of innovation: technologies, institutions, and organizations. London: Pinter.
FREEMAN, C. (1995). The national system of innovation in historical perspective. Cambridge Journal of Economics, (19), 5–24.
GNYAWALI, D., & Madhavan, R. (2001). Cooperative networks and competitive dynamics: a structural embeddedness perspective. Academy of Management Review, 26(3), 431-445. doi: 10.2307/259186
HAYASHI, M. C. P. I., Hayashi, C. R. M., & Lima, M. Y. (2008). Análise de redes de co-autoria na produção científica em educa. Liinc em Revista, 4(1), 84 –103. Retrieved from: http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/viewFile/274/179
JUMP, P. (2010). Truth in numbers: study pinpoints ‘critical mass’ for research success. Retrieved from Times Higher Education website: http://www.timeshighereducation.co.uk/story.asp?storycode=412390
JUN, J., Shanchao, W., & Jin, C. (2011). International university-industry collaboration to bridge R&D globalization and national innovation system in China. Journal of Knowledge-based Innovation in China, 3(1), 5–14. doi: 10.1108/17561411111120837
KENNA, R., & Berche, B. (2010). The extensive nature of group quality. EPL, 90(5), 1– 6. doi: 10.1209/0295- 5075/90/58002
LEE, S., & Bozeman, B. (2005). The impact of research collaboration on scientific productivity. Social Studies of Science, 35(5), 673-702.
LEYDESDORFF, L., & Etzkowitz, H. (1998). The triple helix as a model for innovation studies. Science and Public Policy, 25(3), 195–203.
LIMA, M. C., & Teixeira, F. L. (2001). Inserção de um agente indutor da relação universidade-empresa em sistemas de inovação fragmentado. Revista de Administração Contemporânea, 5(2), 135–156. doi: 10.1590/S1415-65552001000200007
LOIOLA, E. R., & Ribeiro, M. T. F. (2007). A Science, Technology & innovation proposal for the state of Bahia: a transversal approach. Journal of Technology Management and Innovation, 1(2), 80 –91.
LOUCH, H. (2000). Personal network integration: transitivity and homophily in strong-tie relations. Social Networks, 22(1), 45– 64. doi: 10.1016/S0378-
(00)00015-0
LUNDVALL, B. A. (1992). National innovation systems: towards a theory of innovation and interactive learning. London: Pinter.
MCPHEARSON, M., Smith-Lovin, L., & Cook, J. M. (2001). Birds of a feather: homophily in social networks. Annual Review of Sociology, 27(1), 415– 444. doi: 10.1146/ annurev.soc.27.1.415
MERTON, R. K. (1973). The sociology of science: theoretical and empirical investigations (Edited by N Storer.) Chicago: University of Chicago Press.
MIETTINEN, R. (2002). National innovation system: scientific concept or political rhetoric. Helsinki: Edita.
MOODY, J. (2004). The structure of a social science collaboration network: disciplinary cohesion from 1963 to 1999. American Sociological Review, 69(2), 213–238. doi: 10.2307/3593085
NONAKA, I., & Takeuchi, H. (1997). Criação de conhecimento na empresa: como as empresas japonesas geram a dinâmica da inovação. Rio de Janeiro: Campus.
PATEL, P., & Pavitt, K. (1994). The nature and economic importance of national innovation systems. STI Review OECD, 3(14), 9–32. doi: 10.1080/10438599400000004
PIMENTA, R., Santos, G., Oliveira, A. C., & Queiroz, G. (2004). Transformando conhecimento em conhecimento: Utilizando redes de relacionamento para captação e geração de conhecimento focado nas estratégias empresariais. Anais do Workshop Internacional sobre Inteligência Empresarial e Gestão do Conhecimento na Empresa. Recife, PE, Brasil, 5.
PLONSKI, G. A. (1994). Cooperação universidade- empresa na Iberoamérica: estágio atual e perspectivas. Anais do Simpósio de Gestão da Inovação Tecnológica, São Paulo, SP, Brasil, 18.
KENNA, R., & Berche, B. (2010). The extensive nature of group quality. EPL, 90(5), 1-6. doi: 10.1209/0295-5075/90/58002
RAPINI, M. S., & Righi, H. N. (2006). O diretório dos grupos de pesquisa do CNPq e a interação universidade-empresa no Brasil em 2004. Revista Brasileira de Inovação, 5(1), 131–156.
ROSSONI, L., & Machado-da-Silva, C. L. (2007). Coesão estrutural e construção do conhecimento científico no campo da estratégia. Anais do Encontro de Estudos em Estratégia, São Paulo, SP, Brasil, 3.
ROSSONI, L., & Garrido Filho, E. R. (2009). Cooperação entre programas de pós-graduação em administração no Brasil: evidências estruturais em quatro áreas temáticas. Revista de Administração Contemporânea, 13(3), 366-390. Retrieved from http://www.scielo.br/pdf/rac/v13n3/v13n3a03.pdf. doi: 10.1590/S1415-65552009000300003
ROSSONI, L., & Graeml, A. (2009). A influência da imersão institucional e regional na cooperação entre pesquisadores no Brasil. Redes – Revista hispana para el análisis de redes sociales, 16(9), 229–249.
SABATO, J., & Botana, N. (1968). La ciência e la tecnologia em el desarrolo futuro de America Latina. Revista de Integración, 15–36.
SCOTT, J. (2000). Social network analysis: a handbook (2nd ed.). London: Publications.
WAGNER, C. S., & Leydesdorff, L. (2005). Network structure, self-organization, and the growth of international collaboration in science. Research Policy, 34(10), 1608–1618. doi:10.1016/j.respol.2005.08.002
WASSERMAN, S., & Faust, K. (1994). Social network analysis: methods and applications. Cambridge: Cambridge University Press.
WATTS, D. J., & Strogatz, S. H. (1998). Collective dynamics of ‘small-world’ networks. Nature, 393, 440 – 442. doi:
1038/30918
Descargas
Recibido
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2012 Journal of Technology Management & Innovation

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-CompartirIgual 4.0.
