Management of Sustainable Innovation in an Internationalized Company

Uiara Gonçalves De Menezes, Valéria Dias, Clandia Gomes, Flávia Scherer, Isak Kruglianskas

Abstract


The main objective of this study was to identify the main forms of management of sustainable technological innovation and examine the relation of these practices with the increased competitiveness of the Brazilian chemical industry in the international market. To conduct this research, we examined the management practices of a chemical industry located in southern Brazil through the descriptive and qualitative case study, using semi-structured interviews with those responsible for the company’s innovation management and analyzing secondary data. The analyses of the survey results with respect to the relation between the sustainable technological innovation management and the increased international competitiveness of the chemical industry were not conclusive. The data only show that the management practices of sustainable innovation may represent motivations for seeking international partnerships and innovations that can be converted into business opportunities in the domestic and international market.

Keywords


innovation management, sustainability, internationalization, chemical industry

Full Text:

PDF [en]

References


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA QUÍMICA – ABIQUIM. (2010). Website. http://www.abiquim.org.br [Acessed december 15, 2010].

ADELINO, J.N. (1999) O ponto de partida: a procura de valor e a inovação. Sociedade portuguesa. Website. http://www.spi.pt/documents/books/inovint/idie/experimentar/introdu ção/cap_actual.htm [Acessed november 10, 2010]

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE EMPRESAS INOVADORAS – ANPEI. (2010). Website. http://www.anpei.org .br/imprensa/noticias/finep-apoia-projeto-de-internacionalizacao/ [Acessed december 12, 2010].

ARBIX, G; SALERNO, M.S.; DE NEGRI, J.A. (2005). Internacionalização gera emprego e melhora a competitividade das firmas brasileiras. In: DE NEGRI, J.A; SALERNO, M.S. (Orgs). Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras. IPEA, Brasília.

BARAÑANO, A.M. (1998). A relação entre a inovação e a dimensão de empresas. Paper presented at XX Simpósio de Gestão da Inovação Tecnológica, São Paulo, Brazil.

BARDIN, L. (1977). Análise de conteúdo. Edições 70, Lisboa.

BELL, J. (1995). The internationalization of small computer software firms: A further challenge to “stage” theories. European Journal of Marketing, p. 60-75.

BILKEY, W.; TESAR, G. (1977). The export behavior of smaller sized Wisconsin manufacturing firms. Journal of International Business Studies, 8(1), p. 93-98.

BORCHARDT, M.; WENDT, M.; PEREIRA, G.; SELLITO, M. (2011). Redesign of a component based on ecodesign practices: environmental impact and cost reduction achievements. Journal of Cleanner Production, 19(1), p. 49–57.

CASSIMAN, B.; VEUGELERS, R. (2000). External technology sources: embodied or disembodied technology acquisition, University Pompeu Fabra, Economics and Business Working Paper No. 444. Available at SSRN: http://ssrn.com/abstract=224582 or http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.224582 [Acessed April 15, 2010].

CARNEIRO, J.; DIB, L.A. (2007). Avaliação comparativa do escopo descritivo e explanatório dos principais modelos de internacionalização de empresas. INTERNEXT – Revista Eletrônica de Negócios Internacionais da ESPM, São Paulo, 2(1), p. 1-25.

CAVUSGIL, S.T. (1980). On the Internationalization Process of Firms. European Research, 8(6), p. 273-281.

CZINKOTA, M. (1982). Export Management. Praeger Publishers, New York.

DOUGLAS, S.P.; CRAIG, C.S. (1992). Advances in international marketing. International Journal of Research in Marketing, 9(4), p.291-318.

GIL, A.C. (1999). Métodos e técnicas de pesquisa social. Atlas, São Paulo.

GUEDES, A.L. (2007). Negócios internacionais e gestão internacional: de onde viemos e para onde vamos? Paper presented at XXXI Encontro da ANPAD, Rio de Janeiro, Brazil.

DAMANPOUR, F. (1991). Organizational innovation: a meta-analysis of effects of determinants and moderators. Academy of Management Journal, v. 34, n. 3, p. 555–590.

DAROIT, D.; NASCIMENTO, L.F. (2000). A busca da qualidade ambiental como incentivo à produção de inovações. Paper presented at XXIV Encontro da ANPAD, Florianópolis, Brazil.

DE NEGRI, J.A.;SALERNO, M.S.; CASTRO, A.B. (2005). Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras. In: DE NEGRI, J.A.; SALERNO, M.S. (Orgs.). Inovações, padrões tecnológicos e desempenho das firmas industriais brasileiras. IPEA, Brasília.

DYMSZA, W.A. (1984). Trends in multinational business and global environments: a perspective. Journal of International Business Studies, 15(3), p.19-24.

FERRAZ, J.C.; KUPFER, D.; HAGUENAUER, L. (1995). Made in Brazil: desafios competitivos para a indústria. Campus, Rio de Janeiro.

FLEURY, A. e FLEURY, M.T. (2007). Internacionalização das empresas brasileiras: em busca de uma abordagem teórica para os late movers. In: FLEURY, A; FLEURY, M.T. (orgs). Internacionalização e os países emergentes. Atlas, São Paulo.

GUEDES, A.L. (2007). Negócios internacionais e gestão internacional: de onde viemos e para onde vamos? Paper presented at XXXI Encontro da ANPAD, Rio de Janeiro.

GOMES, C.M. (2007). Gestão de fontes externas de informação tecnológica e desempenho inovador na empresa. Business Administration Doctoral Tese, Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brazil.

GENTZOGLANIS, A. (1997). Small and medium-sized firm’s strategies and export performance: an empirical study. Ciencia Ergo Sum, 4(3), p. 255–264.

HANSEN, E; GROSSE-DUNKER, F.; REICHWALD, R. (2009). Sustainability innovation cube: a framework to evaluate sustainability-oriented innovations. International Journal of Innovation Management, 13(4), p. 683–713.

IGLESIAS, R.M.; MOTTA VEIGA, P. (2002). Promoção de Exportações via internacionalização das firmas de capital brasileiro. In: PINHEIRO, A. C. MARKWALD, R.; PEREIRA, L.V. O desafio das exportações. BNDES, Rio de Janeiro, p. 369-446.

JOHANSON. J.; VAHLNE, J. (1977). The internationalization process of the firm: a model of knowledge development and increasing market commitment. Journal of International Business Studies, 8, spring/summer.

________. (1990). The mechanisms of internationalization. International Marketing Review, 7(4), p. 11-24.

________. (2003). Business relationship learning and commitment in theinternationalization process. Journal of International Entrepreneurship, 1, p.83-101.

KNIGHT, G. A., (2000). Entrepreneurship and Marketing Strategy: The SME under Globalization, Journal of International Marketing, 8(2), p.12-32.

LANGHOFF, T. (1997). The influence of cultural differences on internationalization processes of firms: an introduction to a semiotic and intercultural perspective. In: BJÖRKMAN, I.; FORSGREN, M. The Nature of the International Firm, Copenhagen Business School Press, Copenhagen.

LINDER, J.C.; JARVENPAA, S.L.; DAVENPORT, T.H. (2003). Toward an innovation sourcing strategy. MIT Sloan Management Review. Cambridge, MA, v. 44, n.4, p. 43.

MOTA, R.B. (2007). Decisões estratégicas no processo de internacionalização de empresas: “forma de entrada” e “seleção de mercado”. Paper presented at III Encontro de Estudos em Estratégia da ANPAD, São Paulo, Brazil.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. (2007). PINTEC -Pesquisa de Inovação Tecnológica 2005. Rio de Janeiro, 2007. Website. http://www.pintec.ibge.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=45&Itemid=12 [Acessed at December 20, 2010]

OVIATT, B. M.; McDOUGALL, P.P. (1999). A framework for understanding accelerated international entrepreneurship. In: WRIGHT, R. Research in Global Strategic Management, JAI Press, Stamford, p. 23 – 40.

PETERSEN, B.; PEDERSEN, T. 1997. Twenty years after: support and critique of the Uppsala internationalization model. In: BJÖRKMAN, I.; FORSGREN, M. The Nature of the International Firm, Copenhagen Business School Press, Copenhagen, p. 117- 34.

PORTER, M.; VAN DER LINDE, C. (1995). Toward a new conception of the environment-competitiveness relationship. Journal of Economics Perspectives, 9(4), p. 97-118.

PORTO, G.S.; PRADO, F.O.; PLONSKI, G.A. (2003). As fontes de tecnologia no setor de telecomunicações e os fatores motivadores para cooperação. Espacios, 24(2). Website. http://www.revistaespacios.com/a03v24n02/032402 31.html [Acessed october 06, 2009].

QUADROS, R.; FURTADO, A.; BERNARDES, R.; FRANCO, E. (2001). Technological innovation in Brazilian industry: an assessment based on the São Paulo innovation survey. International Journal of Technological Forecasting and Social Change, 67(2).

REID, S. (1983). Firm internationalization: transaction costs & strategic choice. International Marketing Review, p. 44-56.

REZENDE, S. F. (2010). Em direção a uma tipologia de processos de internacionalização. REA, São Paulo, 50(1), p.24-36.

ROCHA, A.; SILVA, J. da; CARNEIRO, J. (2007). Expansão internacional das empresas brasileiras: expansão e síntese. In: FLEURY, A.; FLEURY, M.T. (Org). Internacionalização e os Países Emergentes. Atlas, São Paulo.

SCHUMPETER, J.A. (1984). Capitalismo, socialismo e democracia. Zahar Editores S.A., Rio de Janeiro.

SHOHAM, A. Export Performance: a conceptualization and empirical assessment. (1998) Journal of International Marketing, 6(3), p.59-81.

TIDD, J.; BESSANT, J.; PAVITT, K. (1997). Managing innovation. Chichester, John Wiley&Sons.

VIEIRA, V. M.; OHAYON, P. (2002). Novas tendências organizativas das atividades de P&D: as redes de inovação tecnológica. Paper presented at XXVI Encontro da ANPAD, Salvador Brazil.

YIN, R.K. (2001). Estudo de caso: planejamento e métodos. Bookman, Porto Alegre.

ZOU, S.; TAYLOR, C.R.; OSLAND, G.E. (1998). The EXPERF Scale: A cross-national generalized export performance measure. Journal of International Marketing, 6(3), p. 10.




DOI: http://dx.doi.org/10.4067/S0718-27242013000300024



Copyright (c)



2017 © Universidad Alberto Hurtado - Facultad de Economía y Negocios. 
Erasmo Escala 1835 - Santiago, Chile.
Economic Analysis Review | Observatorio Económico | Gestión y Tendencias 

Journal Supported by Chimera Innova Group