Comunidades de Práctica – una Innovación en la Gestión del Conocimiento

Edileusa Godói-de-Sousa, Lina Eiko Nakata

Abstract


By supporting or institutionalizing Communities of Practice (CoP) of strategic relevance, organizations promote collective learning and organizational innovation. Aiming at analyzing how companies are dealing with the CoP, from the conception of the idea, implementation steps, difficulties, achievements and future challenges, this exploratory research was conducted at Elektro Eletricidade S.A., which configures the seventh largest distributor in Brazil, with a market share of 4% and a workforce of 5,205 employees. We conducted semi-structured interviews with those responsible for the project and analyzed documents (reports, projects, press news, etc.). The results showed that the success of each CoP is related to the degree of motivation of the participants and the role of facilitator responsible.

Keywords


Communities of Practice; Knowledge Management; Innovation.

Full Text:

PDF [es] (Español)

References


ABBAD, G. S., & Borges-Andrade, J. E. (2004). Aprendizagem humana em organizações de trabalho. In: Zanelli J. C., Borges-Andrade J. E., & Bastos A. V. B. (Eds.). Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. Porto Alegre: Artmed.

AMORIM, W. A. C. (2007). A evolução das organizações de apoio às entidades sindicais brasileiras: um estudo sob a lente da aprendizagem organizacional. Tese de doutoramento apresentado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. São Paulo.

ANTONELLO, C. S. (2005). A metamorfose da aprendizagem organizacional: uma revisão crítica. In: Ruas R., Antonello C. S., & Boff L. (Eds.). Aprendizagem organizacional e competências. Porto Alegre: Bookman.

ARGYRIS, C. (2000). Ensinando pessoas inteligentes a aprender. Gestão do Conhecimento. Harvard Business Review. Rio de Janeiro: Campus.

BOLZANI JUNIOR, G. M., Souza, M. S. L., & Do Nascimento, D. E. (2002). De Administrador a Gestor do Conhecimento: a Comunidade de Pratica Desenvolvendo o Profissional, a Organização e a Comunidade. Anais da I Semana de Administração de Campo Largo: Formação do Administrador frente aos Desafios do Terceiro Milênio, Campo Largo, Paraná, Brasil, 1.

CROSSAN, M. M., Lane, H. W., & White, R. E. (1999). An organizational learning framework: from intuition to institution. Academy of Management Review, 24 (3), 522-537.

DAVENPORT, T. H., & Prusak, L. (1998). Conhecimento empresarial. Campus: Rio de Janeiro.

DRUCKER, P. F. (1999). Administrando em tempos de grandes mudanças. São Paulo: Pioneira.

EASTERBY-SMITH, M., Burgoyne, J., & Araujo, L. (Eds.). (2001). Aprendizagem organizacional e organização de aprendizagem: desenvolvimento na teoria e na prática. São Paulo: Atlas.

FLEURY, M. T. L., & Oliveira Jr., M. M. (2002). Aprendizagem e gestão do conhecimento. In: Fleury M. T. L. (Ed.). As pessoas na organização. São Paulo: Gente.

JACKSON, T. (1993). Organizational behaviour in international management. Oxford: Butterworth-Heinemann.

KUNIYOSHI, M. S. (2008). Institucionalização da gestão do conhecimento: um estudo das práticas gerenciais e suas contribuições para o poder de competição das empresas do setor elétrico-eletrônico. Tese de doutoramento apresentado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. São Paulo.

LAVE, J, & Wenger, E. (1991). Situated Learning: legitimate peripheral participation. Cambridge: Cambridge University Press.

LESSER, E., & Prusak, L. (1999). Communities of practice, social capital and organizational knowledge. White paper, IBM Institute for Knowledge Management, Cambridge.

LIEBOWITZ, J. (1999). Knowledge management – handbook. New York: CRC Press.

MCDERMOTT, R. (2008). Desenvolvimento de comunidades como estágio natural. www.melcrum.com. [Acesado enero 24, 2008].

MENGALLI, N. M. (2008). Conceitualização de Comunidade de Prática (CoP). http://proalexandre.googlepages.com/ConceitualizaodeComunidadedePrtica.doc. [Acesado julio 2, 2008].

NONAKA, I. (2000). A empresa criadora de conhecimento. Gestão do Conhecimento. Harvard Business Review. Rio de Janeiro: Campus.

NONAKA, I., & Takeuchi, H. (1997). The knowledge creating company. New York: Oxford University Press.

PINHEIRO, V. F. (2004). Modelo organizacional de ensino a distância para Instituições Tecnológicas. Tese de doutoramento apresentado no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares da Universidade de São Paulo. São Paulo.

PROBST, G., Raub, S., & Romhardt, K. (2002). Gestão do conhecimento. Porto Alegre: Bookman.

PRUSAK, L., & Cohen, D. (2001). How to invest in social capital. Harvard Business Review, 79 (6), 86-93.

RELATÓRIO ANEEL. (2007). http://www.aneel.gov.br/biblioteca/Relatorio_Aneel_2006.pdf. [Acesado diciembre 1, 2007].

RELATÓRIO CÉLULA CAP. (2007). Elektro Eletricidades S. A. Campinas, SP, Brasil.

RUAS, R. L., Antonello, C. S., & Boff, L. H. (2005). Os novos horizontes da gestão: aprendizagem organizacional e competências. Porto Alegre: Bookman.

SABBAG, P. Y. (2007). Espirais do conhecimento: ativando indivíduos, grupos e organizações. São Paulo: Saraiva.

SANTOS NETTO, J. P. (2005). Institucionalização da gestão do conhecimento nas empresas: estudos de casos múltiplos. Tese de doutoramento apresentado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. São Paulo.

SELLTIZ, C., Wrightsman, L. S., & Cook, S. W. (1974). Métodos de pesquisa nas relações sociais. São Paulo: EPU.

SNYDER, W., & Wenger, E. (2000). Communities of practice: the organizational frontier. Harvard Business Review, 78, 139-145.

TAKAHASHI, A. R. W. (2007). Descortinando os processos da aprendizagem organizacional no desenvolvimento de competências em instituições de ensino. Tese de doutoramento apresentado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. São Paulo.

TERRA, J. C. C. (2000). Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial. São Paulo: Negócio.

TRIVIÑOS, A. N. S. (1992). Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas.

VERSIANI, A. F. (2006). O aprendizado organizacional na internacionalização de empresas: casos na indústria calçadista brasileira. Tese de doutoramento apresentado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo. São Paulo.

VON KROGH, G., Ichijo, K., & Nonaka, I. (2001). Facilitando a criação de conhecimento. Campus: Rio de Janeiro.

WENGER, E. (1998). Communities of Practice – learning, meaning and identity. Cambridge: Cambridge University Press.

WENGER, E., & Snyder, W. M. (2000). Communities of Pratice: The Organizational Frontier. Harvard Business Review, Jan-Feb, 139-145.

WENGER, E., McDermott, R., & Snyder, W. (2002). Cultivating Communities of Practice. Boston: Harvard Business School Press.




DOI: http://dx.doi.org/10.4067/S0718-27242013000300011



Copyright (c)



2017 © Universidad Alberto Hurtado - Facultad de Economía y Negocios. 
Erasmo Escala 1835 - Santiago, Chile.
Economic Analysis Review | Observatorio Económico | Gestión y Tendencias 

Journal Supported by Chimera Innova Group